Contos para Sebastião - 13/08/2009
Por Lirian Galinari

Essa é a Geórgia, uma menina que eu “vi” crescer e a quem eu aprendi a chamar de “filha”. Nesses anos em que ela esteve comigo - não! Não somos namorados! A Gê é minha filha, meu “bebein”! Que fique claro - eu pude entender melhor o que é amar alguém. Não que eu não tivesse amado ninguém antes dela, mas foi graças a ela que eu consegui entender melhor o valor de amar e ser amado, de saber que tu podes estar a quilômetros de distância de alguém e, mesmo assim, ainda sentir tudo isso, ainda conseguir encher o olhos d’água ao ouvir ou mesmo dizer um “eu te amo”.
Hoje é o aniversário dela. Ela está crescendo e, a cada dia que passa, fica mais diferente daquela coisinha pequena que vocês viram. Mas eu tenho certeza que a Geórgia vai ficar adulta, vai casar, vai ser mãe, e eu continuarei a tratá-la como meu “bebezinho cutcut coija maigi linda da minha vida, modeujo! ^^”. Sempre vou querer saber com quem ela tá saindo, se ele presta, se fuma maconha, se tem emprego,...
Essa é a Geórgia, a minha filha. Ela significa muito pra mim. Pra mim, ela é o amor; o amor em uma das suas formas mais simples, puras, e bonitas.
Obrigado por ainda me fazer ficar com os olhos cheios d'água!
Que D’us te abençoe, minha porquinha cor-de-rosa!
Eu ando muito tenso ultimamente... não se trata de uma tensão física. é uma tensão psicológica, um sentimento de algo está por vir e que eu preciso tomar frente; preciso tomar uma atitude e mostrar pra pessoas que o poder de mudar as coisas e de fazer a diferença está nas mãos dela (desculpem-me pelo clichê), está nas mãos do povo! (desculpem-me de novo). Talvez esteja acontecendo, está acontecendo! Nada é instantâneo nesse mundo. Nenhum PROCESSO se dá por acaso. Não há casualidades, eventualidades, fatalidades. Tudo faz parte de uma seqüência de acontecimentos que se encaixam e geram algo maior. Mas o que está por vir? O que cabe a nós, a mim!?...

Chega de esperar! Chega de deixar que tomem decisões pela gente! No Brasil, e em muitos países que hoje vivem num regime democrático, houve muito sangue derramado (literalmente) pra que isso estivesse acontecendo... Vamos valorizar as mortes dessas pessoas que lutaram, foram torturadas e morreram em nome de um ideal.
Viver numa democracia não significa só ter o poder de votar. Mais que isso, viver numa democracia significa exercer de fato esse poder, seja reclamando, batendo panela, acabando com o que não está certo (sim, isso é possível!), indo pra ruas, não tendo medo do governo, mas fazendo com que o governo tenha medo de nós, porque o poder emana de nós, do povo!
Mas o que está por vir, hein?!
Se tem uma banda que está definitivamente na minha lista de "bandas que salvaram minha vida", essa é o Efterklang. Eu ouço esses caras desde 2004, quando um carinha amigo meu chamado Diego Engelman [diamond sea] me passou o álbum "Tripper"... foi amor à primeira escutada. Nunca mais parei. Efterklang toca o coração da gente, e a cada álbum esses dinamarqueses mostram o quanto tem sensibilidade pra fazer música. Música de verdade! Música que vem do coração. E eu amo muito tudo isso!
Gênero: Post-rockA Gaby é única! É especial! É diferente! É estranha pra cacete! E é justamente essa estranheza dela que me encanta.
Eu sei que a Gabriella tem defeitos. E eu, provavelmente, não conheço todos eles; mas eu digo sem medo de errar que se um dia um ser humano perfeito fosse criado, ele seria muito parecido com a gaby. Ela é um exemplo pra mim. Um exemplo de coragem, de conduta e de sabedoria. Quando eu crescer, quero ser um pouco como a gaby.
Gênero: Indie-Folk
Gênero: Experimental/Contemporary Classical
Gênero: Alternative Rock
Gênero: Post Rock
Gênero: Indie
Gênero: Post Rock
Gênero: Indie/Pop/Rock